-Novidades do blog
-Grandes cómicos:Eric Idle
-Grandes filmes: Austin Powers em Membro dourado
-Um excerto do filme
Séries:
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 6
-Tuguex - estreia - episódios 1 e 2
-apanhados RTP - estreia - episódios 1 e 2
-Um vídeo dos contemporâneos
-Filme de kulto
Novidades
Brevemente no nosso blog poderás acompanhar a primeira série do nosso blog, devidamente chamada: «As músicas das séries de TV que parecem fitas de cassetes estragadas», que como já adivinharam, trata-se de uma paródia às músicas dos desenhos animados que ficaram nas nossas memórias, e mais uma série chamada «karaoke deprimente», mas essa mais em breve. Também poderás acompanhar os 8 primeiros episódios da famosa série radiofónica «O homem das massas», com António Silva, que fez história na rádio dos anos 50/60. Os dragon balls paródias tão a acabar, e o dragonball original já acabou e em substituição a partir de hoje os 13 episódios da série «tuguex», exibido no espaço «bubu» do programa «sempre em pé», da rtp2 (agora em reposição os 13 programas da 2.ª série até 13/08)
ainda... e o dragon ball GT tb acabou e em sua substituição a série devidamente preparada «apanhados RTP», com os bloopers que a RTP fez até hoje (também em breve os «apanhados sic»). Este vai ser o último MEGA MEGA post, para os autores do blog terem mais liberdade para criarem piadas e tal.
pronto, fiquem com o resto do MEGA MEGA post.
Grandes cómicos
Eric Idle (nascido a 29 de Março de 1943 em South Shields, Condado de Durham, Inglaterra) é um eclético artista, sendo comediante, actor, director de filmes, compositor e guitarrista. É mais conhecido por ser membro dos Monty Python, um grupo humorista britânico. Conhecido também pelo seu papel de Passepartout na minisérie de 3 episódios de 90 minutos «A volta ao mundo em 80 dias», de 1989.
Grandes comédias
Austin Powers em Membro dourado
LUZES! CÂMARA! AUSTIN!
Querida ele encontrou de novo a pujança e agora Austin Powers (Mike Myers) acumula pontos de ouro no seu mais recente ringue de comédia aventura! O "sshhh!" atinge o máximo da diversão quando o Dr. Evil e Mini-Me fogem da prisão. Unindo forças com o super extravagante Goldmember, Dr. Evil rapta o pai de Austin, o famoso espião Nigel Powers (o galardoado Michael Caine), para uma ignóbil viagem pelo tempo com o objectivo de se apoderarem do mundo. Antes que se diga "Agita a tua energia", Austin viaja até ao ano de 1975 e forma dupla com a sensual Foxxy Cleópatra (Beyoncé Knowles - grupo R&B Destiny's Child) para derrubar o maquiavélico plano do Dr. Evil e do Goldmember. Muitas surpresas vão acontecer!
Com Michael York, Robert Wagner, Seth Green, Mindy Sterling e Verne J. Troyer.
"Extremamente Divertido!"
-Stephen Hunter - The Washington Post
"Mike Myers é genuinamente cómico!"
-Joel Siegel - Good Morning America
Um excerto do filme
Séries
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z- episódio 6/8
Tuguex - estreia
Episódio 1/13 - tarefa urgente
Episódio 2/13 - Tuguex offline
Apanhados RTP - estreia
Episódio 1/5
Episódio 2/5
Contemporâneos - desafio activol
Filme de kulto - o jantar fez-te gases?
E não percam o prróchima posta, prrok NÓS TAMBÉM NON!
terça-feira, 5 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
Bem-vindos ao MEGA MEGA post da 59.ª gala dos tesourinhos deprimentes n.º 7! Nesta edição, vamos ter:
-Grandes cómicos: John Cleese
-Grandes comédias: Um peixe chamado Wanda
-Um excerto do filme
-Séries:
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 5
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 5
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 5
-Vídeo: Uma data de gatunos, uma data de ladrões e uma data de xupistaschmed, o terr
-Vídeo: Achmed, o terrorista morto
Grandes cómicos
John Marwood Cleese (Weston-super-Mare, Somerset, 27 de Outubro de 1939) é um comediante e actor britânico nascido na Inglaterra.
Os seus trabalhos mais conhecidos foram feitos enquanto membro dos Monty Python, um grupo humorístico britânico. John Cleese teve também muito sucesso quando interpretou a personagem "Basil Fawlty" na série televisiva Fawlty Towers. Os seus trabalhos no cinema também incluem participações nos filmes de 007 e na série Harry Potter, onde ele interpreta o fantasma "Nick-quase-sem-cabeça".
Grandes comédias
Um peixe chamado Wanda
"Uma das mais divertidas comédias da década!"
-BOXOFFICE
As interpretações brilhantes do elenco, de uma comicidade sem paralelo, são o ponto forte deste enorme sucesso que Roger Ebert considerou "o filme mais divertido que vi nos últimos anos!". John Cleese e Michael Palin, elementos cruciais dos famosos Monty Python, juntam-se ao oscarizado Kevin Kline* e a Jamie Lee Curtis numa comédia tão impecavelmente bem ritmada e executada que a revista Time apelida de "genial – redefine a tradição de comédia!".
4 ladrões de jóias... 3 cachorros terrier... 2 excitantes seios e 1 convencional advogado britânico. Tudo somado cria "uma hilariante trama, repleta de reviravoltas" (L.A. Weekly), quando uma rapariga chamada Wanda (Curtis) tenta enganar o seu namorado (Kline), fã de Nietzsche, um assassino amante de animais (Palin) e um advogado retraído (Cleese), para ficar com uma fortuna em jóias.
Excerto do filme
Séries
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 5
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 5
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 5
Vídeos
Uma data de gatunos, uma data de ladrões e uma data de xupistas
Achmed, o terrorista morto
-Grandes comédias: Um peixe chamado Wanda
-Um excerto do filme
-Séries:
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 5
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 5
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 5
-Vídeo: Uma data de gatunos, uma data de ladrões e uma data de xupistaschmed, o terr
-Vídeo: Achmed, o terrorista morto
Grandes cómicos
John Marwood Cleese (Weston-super-Mare, Somerset, 27 de Outubro de 1939) é um comediante e actor britânico nascido na Inglaterra.
Os seus trabalhos mais conhecidos foram feitos enquanto membro dos Monty Python, um grupo humorístico britânico. John Cleese teve também muito sucesso quando interpretou a personagem "Basil Fawlty" na série televisiva Fawlty Towers. Os seus trabalhos no cinema também incluem participações nos filmes de 007 e na série Harry Potter, onde ele interpreta o fantasma "Nick-quase-sem-cabeça".
Grandes comédias
Um peixe chamado Wanda
"Uma das mais divertidas comédias da década!"
-BOXOFFICE
As interpretações brilhantes do elenco, de uma comicidade sem paralelo, são o ponto forte deste enorme sucesso que Roger Ebert considerou "o filme mais divertido que vi nos últimos anos!". John Cleese e Michael Palin, elementos cruciais dos famosos Monty Python, juntam-se ao oscarizado Kevin Kline* e a Jamie Lee Curtis numa comédia tão impecavelmente bem ritmada e executada que a revista Time apelida de "genial – redefine a tradição de comédia!".
4 ladrões de jóias... 3 cachorros terrier... 2 excitantes seios e 1 convencional advogado britânico. Tudo somado cria "uma hilariante trama, repleta de reviravoltas" (L.A. Weekly), quando uma rapariga chamada Wanda (Curtis) tenta enganar o seu namorado (Kline), fã de Nietzsche, um assassino amante de animais (Palin) e um advogado retraído (Cleese), para ficar com uma fortuna em jóias.
Excerto do filme
Séries
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 5
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 5
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 5
Vídeos
Uma data de gatunos, uma data de ladrões e uma data de xupistas
Achmed, o terrorista morto
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Bem vindos ao MEGA MEGA post da 59.ª gala dos tesourinhos deprimentes n.º 6! Nesta edição, vamos ter:
-Grandes cómicos: Zé diogo Quintela
-Grandes comédias: Os gloriosos malucos das máquinas voadoras
-Um excerto do filme
Séries:
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 4
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 4
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 4
Grandes cómicos
José Diogo de Carvalho Quintela, conhecido como Zé Diogo Quintela (Lisboa, 29 de Maio de 1977) é um humorista e argumentista português, membro do colectivo Gato Fedorento.
A sua família pertence à casa dos Condes do Farrobo - Barões de Quintela. É primo em terceiro grau do actor Francisco Nicholson, e portanto primo também da sua filha, a actriz Sofia Nicholson.[carece de fontes?]
O seu pai, Manuel Eduardo Baltazar de Almeida Lima Quintela é arquitecto e a sua mãe, Maria da Graça Metelo de Carvalho, também de Lisboa, licenciada em Ciências Económicas e Financeiras, é empresária e trabalha no Ministério da Economia.
José Diogo tem ainda dois irmãos: Manuel de Carvalho Quintela nascido a 11 de Novembro de 1973 e Sofia de Carvalho Quintela nascida a 6 de Março de 1980.
José Diogo estudou nos Salesianos e no Liceu Pedro Nunes em Lisboa, tendo sempre sido um excelente aluno. O último ano do secundário fê-lo nos Estados Unidos através de um programa de intercâmbio de estudantes. Frequentou o o curso de Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa, não concluindo a licenciatura.
José Diogo participou como argumentista e actor dando vida a vários personagens em todos os DVD's e "sketches" lançados pela equipa do Gato Fedorento.
Ainda na sua colaboração com as Produções Fictícias desde 2000, onde foi autor, escreveu entre outros textos para o Programa da Maria (SIC), Herman Difusão Portuguesa (na RDP) e Três é uma Multidão (peça de teatro). Co-autor também de diversos textos do programa Herman Sic (SIC) e das Crónicas da D. Bitória.
Em 2006, Zé Diogo Quintela emprestou a sua imagem à conhecida bebida portuguesa Licor Beirão, recriando a personagem "Fernando" (dos Gato Fedorento), conhecida por "educar" quem padece de desvios comportamentais.
A política e o futebol são dois dos pontos que diferenciam Zé Diogo Quintela (que é de direita liberal e adepto do Sporting Clube de Portugal) dos restantes 3 elementos do Gato Fedorento( de tendência política mais à esquerda e do Sport Lisboa e Benfica), contudo estas diferenças não chegam para lhes eliminar a cumplicidade existente.
Grandes comédias
Os gloriosos malucos das máquinas voadoras
Esta corrida aérea internacional é uma divertida aventura a grande altitude!
Esta extraordinária versão cómica da história da histórica corrida aérea de Londres a Paris, de 1910, dá-lhe a conhecer os maiores aviadores do mundo.
Reúnem-se todos quando o editor de um jornal, chato embora muito rico, decide patrocinar uma corrida de aviões que atravessa o Canal da Mancha, oferecendo 10.000 libras ao vencedor. As "partidas" entre as equipas Americana, Britânica, Francesa, Alemã, Italiana e Japonesa têm como resultado as acrobacias aéreas mais audiciosas e hilariantes alguma vez filmadas.
Um excerto do filme - sem legendas
Séries
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 4
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 4
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 4
E quando estas séries acabarem, não percam a estreia dos «apanhados RTP»! Mais vídeos de pérolas destes Dragon Balls em www.youtube.com!
E não percam no próximo MEGA MEGA post, uma nova rúbrica:Grandes séries cómicas!
E não percam o próximo post ou MEGA MEGA mas mesmo MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!!!
-Grandes comédias: Os gloriosos malucos das máquinas voadoras
-Um excerto do filme
Séries:
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 4
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 4
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 4
Grandes cómicos
José Diogo de Carvalho Quintela, conhecido como Zé Diogo Quintela (Lisboa, 29 de Maio de 1977) é um humorista e argumentista português, membro do colectivo Gato Fedorento.
A sua família pertence à casa dos Condes do Farrobo - Barões de Quintela. É primo em terceiro grau do actor Francisco Nicholson, e portanto primo também da sua filha, a actriz Sofia Nicholson.[carece de fontes?]
O seu pai, Manuel Eduardo Baltazar de Almeida Lima Quintela é arquitecto e a sua mãe, Maria da Graça Metelo de Carvalho, também de Lisboa, licenciada em Ciências Económicas e Financeiras, é empresária e trabalha no Ministério da Economia.
José Diogo tem ainda dois irmãos: Manuel de Carvalho Quintela nascido a 11 de Novembro de 1973 e Sofia de Carvalho Quintela nascida a 6 de Março de 1980.
José Diogo estudou nos Salesianos e no Liceu Pedro Nunes em Lisboa, tendo sempre sido um excelente aluno. O último ano do secundário fê-lo nos Estados Unidos através de um programa de intercâmbio de estudantes. Frequentou o o curso de Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa, não concluindo a licenciatura.
José Diogo participou como argumentista e actor dando vida a vários personagens em todos os DVD's e "sketches" lançados pela equipa do Gato Fedorento.
Ainda na sua colaboração com as Produções Fictícias desde 2000, onde foi autor, escreveu entre outros textos para o Programa da Maria (SIC), Herman Difusão Portuguesa (na RDP) e Três é uma Multidão (peça de teatro). Co-autor também de diversos textos do programa Herman Sic (SIC) e das Crónicas da D. Bitória.
Em 2006, Zé Diogo Quintela emprestou a sua imagem à conhecida bebida portuguesa Licor Beirão, recriando a personagem "Fernando" (dos Gato Fedorento), conhecida por "educar" quem padece de desvios comportamentais.
A política e o futebol são dois dos pontos que diferenciam Zé Diogo Quintela (que é de direita liberal e adepto do Sporting Clube de Portugal) dos restantes 3 elementos do Gato Fedorento( de tendência política mais à esquerda e do Sport Lisboa e Benfica), contudo estas diferenças não chegam para lhes eliminar a cumplicidade existente.
Grandes comédias
Os gloriosos malucos das máquinas voadoras
Esta corrida aérea internacional é uma divertida aventura a grande altitude!
Esta extraordinária versão cómica da história da histórica corrida aérea de Londres a Paris, de 1910, dá-lhe a conhecer os maiores aviadores do mundo.
Reúnem-se todos quando o editor de um jornal, chato embora muito rico, decide patrocinar uma corrida de aviões que atravessa o Canal da Mancha, oferecendo 10.000 libras ao vencedor. As "partidas" entre as equipas Americana, Britânica, Francesa, Alemã, Italiana e Japonesa têm como resultado as acrobacias aéreas mais audiciosas e hilariantes alguma vez filmadas.
Um excerto do filme - sem legendas
Séries
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódio 4
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 4
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódio 4
E quando estas séries acabarem, não percam a estreia dos «apanhados RTP»! Mais vídeos de pérolas destes Dragon Balls em www.youtube.com!
E não percam no próximo MEGA MEGA post, uma nova rúbrica:Grandes séries cómicas!
E não percam o próximo post ou MEGA MEGA mas mesmo MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!!!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Bem vindos ao MEGA MEGA post da 59.ª gala dos tesourinhos deprimentes n.º 5! Nesta edição, vamos ter:
-Grandes cómicos: Ricardo Araújo Pereira
-Grandes comédias: A vida de Brian
-Um excerto do filme (sem legendas)
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball: episódio 3
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z: episódio 3
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT: episódio 3
Grandes cómicos
Ricardo Artur de Araújo Pereira (Lisboa, 28 de Abril de 1974), humorista português.
Filho de um piloto da TAP e de uma assistente de bordo, foi aluno de colégios de freiras vicentinas, franciscanos e jesuítas até se licenciar em Comunicação Social e Cultural, na Universidade Católica Portuguesa. Seguiu-se o trabalho como jornalista, na redacção do Jornal de Letras, Artes e Ideias.
Argumentista das Produções Fictícias, foi co-autor de Herman 98 e Herman 99 de Herman José (RTP), O Programa da Maria (SIC, 2001), Hermandifusão Portuguesa (RDP), Felizes para Sempre (Expresso), As Crónicas de José Estebes no Diário de Notícias, entre outros.
Por volta de 2003, depois das primeiras aparições na televisão, interpretanto com Zé Diogo Quintela várias rubricas no programa O Perfeito Anormal, na SIC Radical, dá arranque ao projecto Gato Fedorento cujo colectivo viria a tornar-se uma referência do humor português, com o programa Gato Fedorento (Série Fonseca, Série Meireles e Série Barbosa) ou, já na RTP1, a Série Lopes da Silva e o recente Diz Que é Uma Espécie de Magazine. Na internet os humoristas mantêm o blogue homónimo, onde Ricardo Araújo Pereira assina as suas entradas com as iniciais RAP.
As personagens de Ricardo Araújo Pereira, que encontram eco na actualidade política, desportiva ou social, destacam-se pelos tiques que «saltam» para a rua (como acontecia com algumas criações de Herman José) e são absorvidos em regime multi-geracional, alimentando campanhas publicitárias de sucesso.
É co-autor do livro O Futebol é Isto Mesmo (ou então é outra coisa completamente diferente) e do disco O disco do Benfiquista, naturalmente. Colunista da revista Visão, foi publicada uma compilação das suas melhores crónicas no livro Boca do Inferno.
É casado com a produtora de rádio Maria José Areias com quem tem duas filhas: Rita e Maria Inês. É adepto do SLB e vive na Margem Sul.
Grandes comédias
A Vida de Brian, no original inglês Life of Brian, é um filme dos Monty Python realizado em 1979 por Terry Jones, membro do grupo. O seu argumento baseia-se numa sátira à época de Jesus Cristo e é considerado blasfemo, por uns, e genial, por outros.
O filme é controverso devido à sua combinação de comédia e de temas religiosos. Entretanto, foi também muito popular com a audiência: em 2000, os leitores da revista Total Film votaram-na a melhor comédia de todos os tempos; em 2004, a mesma revista nomeou-o o quinto (5º) melhor filme británico da História; em 2006 foi votado o melhor filme de comédia em duas votações separadas conduzidas pelo Channel 4e Channel 5 britânicos das canaletas de tevê; e na Internet Movie Database, o filme aparece continuamente entre os 100 melhores.
O filme conta a história de um sujeito da Judéia que vive uma vida paralela a de Jesus Cristo e se alia a grupos contra o domínio romano. Na segunda metade do filme, uma multidão de pessoas pensa que ele é o salvador da humanidade e seguem-no como um grande sábio, mas ele nunca teve a intenção de dar essa impressão e apenas deseja ver-se livre de toda aquela gente. Mas Brian é um predestinado, e acaba por viver cenas bíblicas e ter que enfrentar desafios semelhantes aos do Messias (o que naturalmente são sátiras).
A sua aparição como "messias" começa quando ele finge ser um pregador para fugir da guarda romana, mas as suas pregações são levadas a sério e ele ganha uma horda de seguidores. Brian acaba por se meter num monte de confusões ao ter as suas tolas palavras entendidas como profecias e ser caçado pela guarda romana. Ele depara-se com diversas figuras históricas e bíblicas, que são satirizadas pelo filme.
O filme também mostra, de uma forma irónica, a questão da alienação da massa, pois o povo segue Brian o tempo todo, repetindo tudo o que ele diz, e sátiras são feitas à religião, como é o caso da cena de apedrejamento.
O filme foi muito polémico e vários protestos foram feitos contra ele por pessoas que o consideraram uma blasfémia.
Excerto do filme (sem legendas) canção the bride side of live
Séries-Pérolas da versão portuguesa do...
Dragon Ball - episódio 3
Dragon Ball Z - episódio 3
Dragon Ball GT - episódio 3
aviso: poderão encontrar mais séries de pérolas destes dragon ball de outros autores com mais episódios no www.youtube.com
E não percam o próximo MEGA MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!!!
-Grandes comédias: A vida de Brian
-Um excerto do filme (sem legendas)
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball: episódio 3
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z: episódio 3
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT: episódio 3
Grandes cómicos
Ricardo Artur de Araújo Pereira (Lisboa, 28 de Abril de 1974), humorista português.
Filho de um piloto da TAP e de uma assistente de bordo, foi aluno de colégios de freiras vicentinas, franciscanos e jesuítas até se licenciar em Comunicação Social e Cultural, na Universidade Católica Portuguesa. Seguiu-se o trabalho como jornalista, na redacção do Jornal de Letras, Artes e Ideias.
Argumentista das Produções Fictícias, foi co-autor de Herman 98 e Herman 99 de Herman José (RTP), O Programa da Maria (SIC, 2001), Hermandifusão Portuguesa (RDP), Felizes para Sempre (Expresso), As Crónicas de José Estebes no Diário de Notícias, entre outros.
Por volta de 2003, depois das primeiras aparições na televisão, interpretanto com Zé Diogo Quintela várias rubricas no programa O Perfeito Anormal, na SIC Radical, dá arranque ao projecto Gato Fedorento cujo colectivo viria a tornar-se uma referência do humor português, com o programa Gato Fedorento (Série Fonseca, Série Meireles e Série Barbosa) ou, já na RTP1, a Série Lopes da Silva e o recente Diz Que é Uma Espécie de Magazine. Na internet os humoristas mantêm o blogue homónimo, onde Ricardo Araújo Pereira assina as suas entradas com as iniciais RAP.
As personagens de Ricardo Araújo Pereira, que encontram eco na actualidade política, desportiva ou social, destacam-se pelos tiques que «saltam» para a rua (como acontecia com algumas criações de Herman José) e são absorvidos em regime multi-geracional, alimentando campanhas publicitárias de sucesso.
É co-autor do livro O Futebol é Isto Mesmo (ou então é outra coisa completamente diferente) e do disco O disco do Benfiquista, naturalmente. Colunista da revista Visão, foi publicada uma compilação das suas melhores crónicas no livro Boca do Inferno.
É casado com a produtora de rádio Maria José Areias com quem tem duas filhas: Rita e Maria Inês. É adepto do SLB e vive na Margem Sul.
Grandes comédias
A Vida de Brian, no original inglês Life of Brian, é um filme dos Monty Python realizado em 1979 por Terry Jones, membro do grupo. O seu argumento baseia-se numa sátira à época de Jesus Cristo e é considerado blasfemo, por uns, e genial, por outros.
O filme é controverso devido à sua combinação de comédia e de temas religiosos. Entretanto, foi também muito popular com a audiência: em 2000, os leitores da revista Total Film votaram-na a melhor comédia de todos os tempos; em 2004, a mesma revista nomeou-o o quinto (5º) melhor filme británico da História; em 2006 foi votado o melhor filme de comédia em duas votações separadas conduzidas pelo Channel 4e Channel 5 britânicos das canaletas de tevê; e na Internet Movie Database, o filme aparece continuamente entre os 100 melhores.
O filme conta a história de um sujeito da Judéia que vive uma vida paralela a de Jesus Cristo e se alia a grupos contra o domínio romano. Na segunda metade do filme, uma multidão de pessoas pensa que ele é o salvador da humanidade e seguem-no como um grande sábio, mas ele nunca teve a intenção de dar essa impressão e apenas deseja ver-se livre de toda aquela gente. Mas Brian é um predestinado, e acaba por viver cenas bíblicas e ter que enfrentar desafios semelhantes aos do Messias (o que naturalmente são sátiras).
A sua aparição como "messias" começa quando ele finge ser um pregador para fugir da guarda romana, mas as suas pregações são levadas a sério e ele ganha uma horda de seguidores. Brian acaba por se meter num monte de confusões ao ter as suas tolas palavras entendidas como profecias e ser caçado pela guarda romana. Ele depara-se com diversas figuras históricas e bíblicas, que são satirizadas pelo filme.
O filme também mostra, de uma forma irónica, a questão da alienação da massa, pois o povo segue Brian o tempo todo, repetindo tudo o que ele diz, e sátiras são feitas à religião, como é o caso da cena de apedrejamento.
O filme foi muito polémico e vários protestos foram feitos contra ele por pessoas que o consideraram uma blasfémia.
Excerto do filme (sem legendas) canção the bride side of live
Séries-Pérolas da versão portuguesa do...
Dragon Ball - episódio 3
Dragon Ball Z - episódio 3
Dragon Ball GT - episódio 3
aviso: poderão encontrar mais séries de pérolas destes dragon ball de outros autores com mais episódios no www.youtube.com
E não percam o próximo MEGA MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!!!
terça-feira, 15 de julho de 2008
Estreia - pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT - episódios 1 e 2
Como prometido, aqui têm a estreia das pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT. e, a partir do próximo MEGA MEGA post, poderão acompanhar um episódio de cada Dragon Ball, neste caso, o episódio 3 de cada um.
Episódio 1
Episódio 2
E não percam o próximo post ou o próximo MEGA MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!!!
Episódio 1
Episódio 2
E não percam o próximo post ou o próximo MEGA MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!!!
Bem vindos ao MEGA MEGA post da 59.ª gala dos tesourinhos deprimentes n.º 4! Nesta edição, vamos ter:
-Grandes cómicos: Jacques Tati
-Grandes comédias: A grande paródia - Louis de Funés
-Excerto do filme
-Depois das pérolas da versão portuguesa do dragon ball Z, chegaram agora as pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódios 1 e 2
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 2
-Pork jam - o rap do porky pig
Grandes cómicos
Jacques Tati, nascido Jaques Tatischeff, (Le Pecq, 9 de outubro de 1907 — Paris, 4 de novembro de 1982) foi um actor e director francês.
Filho de pai russo e de mãe francesa,o seu verdadeiro nome era Jacques Tatischeff. Alto, com 1 metro e 87, ele projectou-se inicialmente no campo desportivo e tornou-se um dos principais jogadores de rugby da França. Era um hábil mímico e durante dois anos tentou, sem sucesso, fazer carreira no music-hall. A oportunidade surgiu num espetáculo de gala no Hotel Ritz e a partir daí ele tornou-se um comediante de boulevard. Em 1932 começou a sua carreira como actor e roteirista, realizando uma série de curta-metragens e de 1945 a 1946 fez dois filmes do consagrado director Claude Autant-Lara.
A sua carreira de cineasta começou em 1947 com "Jour de Fête" que lhe rendeu o prémio de melhor roteiro no Festival de Veneza, na Itália e o Grande Prémio do Cinema Francês em 1950.
"Les vacances de Mr. Hulot" ('"As Férias de Mr. Hulot"),lançado em 1953, levou mais de um ano para ser completado já que Tati sempre brigava com os produtores. Ele ganhou muito dinheiro com os seus primeiros filmes, mas ficou seis anos sem filmar. Quando retornou com "Playtime", uma grande superprodução com 150 minutos de duração e que lhe rendeu um prejuízo de 800 milhões de francos, ele viu o seu império desmoronar.
Em 1970 ele tentou recuperar-se do fracasso de "Playtime" com outro filme, "Trafic", mas apesar do relativo sucesso da fita ele anunciou a sua falência em 1974 e promoveu um leilão dos negativos das suas obras.
Ele morreu vítima de uma embolia pulmonar semanas após completar 75 anos.
Grandes comédias
«A grande paródia» - Louis de Funés
La Grande Vadrouille é um filme francês produzido por Gérard Oury, lançado em 1966.
O filme conta a história de 3 pilotos ingleses que após bombardearem a Alemanha na 2ª Guerra Mundial, são atingidos no seu caminho de volta sobre Paris e são obrigados a saltar. Uma vez no solo recebem ajuda de um pintor de nome Augustin (Bourvil) e de um maestro muito irritadiço (Louis de Funès) para tentar chegar até a França não ocupada - mas são perseguidos pelos alemães todo o tempo. Comédia para família.
Excerto do filme (sem legendas)
Estreia no nosso blog - pérolas da versão portuguesa do dragon ball - episódios 1 e 2
Episódio 1
Episódio 2
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 2
No próximo post (não é MEGA MEGA post, é dos pikenos posts), iremos estrear as pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT com os episódios 1 e 2, e depois no mega mega post n.º 6, iremos ver um episódio de cada dragon ball, para partir a caca a rir, ao ritmo de 3 episódios por MEGA MEGA post.
Pork Jam - o rap do porky Pig
E não percam a próxima pu-- de mer-- de MEGA MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!
-Grandes comédias: A grande paródia - Louis de Funés
-Excerto do filme
-Depois das pérolas da versão portuguesa do dragon ball Z, chegaram agora as pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball - episódios 1 e 2
-Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 2
-Pork jam - o rap do porky pig
Grandes cómicos
Jacques Tati, nascido Jaques Tatischeff, (Le Pecq, 9 de outubro de 1907 — Paris, 4 de novembro de 1982) foi um actor e director francês.
Filho de pai russo e de mãe francesa,o seu verdadeiro nome era Jacques Tatischeff. Alto, com 1 metro e 87, ele projectou-se inicialmente no campo desportivo e tornou-se um dos principais jogadores de rugby da França. Era um hábil mímico e durante dois anos tentou, sem sucesso, fazer carreira no music-hall. A oportunidade surgiu num espetáculo de gala no Hotel Ritz e a partir daí ele tornou-se um comediante de boulevard. Em 1932 começou a sua carreira como actor e roteirista, realizando uma série de curta-metragens e de 1945 a 1946 fez dois filmes do consagrado director Claude Autant-Lara.
A sua carreira de cineasta começou em 1947 com "Jour de Fête" que lhe rendeu o prémio de melhor roteiro no Festival de Veneza, na Itália e o Grande Prémio do Cinema Francês em 1950.
"Les vacances de Mr. Hulot" ('"As Férias de Mr. Hulot"),lançado em 1953, levou mais de um ano para ser completado já que Tati sempre brigava com os produtores. Ele ganhou muito dinheiro com os seus primeiros filmes, mas ficou seis anos sem filmar. Quando retornou com "Playtime", uma grande superprodução com 150 minutos de duração e que lhe rendeu um prejuízo de 800 milhões de francos, ele viu o seu império desmoronar.
Em 1970 ele tentou recuperar-se do fracasso de "Playtime" com outro filme, "Trafic", mas apesar do relativo sucesso da fita ele anunciou a sua falência em 1974 e promoveu um leilão dos negativos das suas obras.
Ele morreu vítima de uma embolia pulmonar semanas após completar 75 anos.
Grandes comédias
«A grande paródia» - Louis de Funés
La Grande Vadrouille é um filme francês produzido por Gérard Oury, lançado em 1966.
O filme conta a história de 3 pilotos ingleses que após bombardearem a Alemanha na 2ª Guerra Mundial, são atingidos no seu caminho de volta sobre Paris e são obrigados a saltar. Uma vez no solo recebem ajuda de um pintor de nome Augustin (Bourvil) e de um maestro muito irritadiço (Louis de Funès) para tentar chegar até a França não ocupada - mas são perseguidos pelos alemães todo o tempo. Comédia para família.
Excerto do filme (sem legendas)
Estreia no nosso blog - pérolas da versão portuguesa do dragon ball - episódios 1 e 2
Episódio 1
Episódio 2
Pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball Z - episódio 2
No próximo post (não é MEGA MEGA post, é dos pikenos posts), iremos estrear as pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball GT com os episódios 1 e 2, e depois no mega mega post n.º 6, iremos ver um episódio de cada dragon ball, para partir a caca a rir, ao ritmo de 3 episódios por MEGA MEGA post.
Pork Jam - o rap do porky Pig
E não percam a próxima pu-- de mer-- de MEGA MEGA post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!
sábado, 12 de julho de 2008
Bem vindos ao MEGA MEGA post da 59.ª gala dos tesourinhos deprimentes n.º 3! Nesta edição, vamos ter:
-Grandes cómicos: Vasco Santana
-Grandes Filmes: O pai tirano
-Excerto do filme
-Bloopers engraçados:Porky Pig e Bugs Bunny
-Bloopers engraçados:Flinstones
Grandes cómicos
Vasco Santana
Nasceu, em Lisboa no dia 28 de Janeiro de 1898 e morreu, também em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1958. Foi pai de outro conhecido actor português, Henrique Santana e do produtor da RTP José Manuel Santana. Foi casado com a também actriz Mirita Casimiro.
Adorado pelo povo português, Vasco Santana será, para todo o sempre, um marco incontornável da arte da representação. Actor genial, ao nível dos maiores do mundo, marcou para sempre a comédia à portuguesa. De enorme sensibilidade, dotado de invulgares técnicas teatrais, transformou-se num mito do cinema nacional. É impossível esquecer a sua famosa dupla com Laura Alves ou as suas célebres frases, marcas do cinema potuguês e das nossas vidas.
As pegadas deste gigante da representação fazem-se sentir na rádio, no cinema e no teatro. Existem centenas de imagens e sons que se atropelam para exibir a obra deste magnifico actor e ao mesmo tempo exibir o melhor da representação em Portugal. As linhas da sua biografia não valem uma cena de um dos seus filmes. A arte sempre lhe correu pelas veias, por isso desistiu do curso de arquitectura e seguiu a paixão pela pintura, frequentando a Escola de Belas-Artes. Mas não foi a desenhar ou a pintar telas que Vasco Santana alcançou a fama e se tornou célebre. Foi na arte da representação.
Aos 19 anos, depois de repetidamente ver a peça O Beijo, de Arnaldo Leite e Carvalho Barbosa, no Teatro Avenida, Vasco Santana é convidado a substituir o actor Artur Rodrigues e, assim, faz , no ano de 1917, a sua primeira estreia teatral pública, com o papel de Palavreado. Devido ao seu inesgotável talento, a representação não podia ser outra coisa senão um êxito. Daí em diante nunca mais parou. Com as suas habituais manobras de genialidade no palco, levava ao delírio centenas de admiradores.
Vasco Santana abandona então o curso de belas-artes e dedica-se exclusivamente à carreira dramática, fazendo longas temporadas no Teatro São Luiz e viajando ao Brasil em tournées das companhias teatrais em que trabalhava.
Enalteceu a comédia onde alcançou o estatuto de estrela de cinema, protagonizando filmes como A Canção de Lisboa, de 1933, em que contracena com Beatriz Costa e António Silva; O Pai Tirano, em 1941, em que faz dupla com Ribeirinho e no qual com a sua brihante actuação protagoniza a acção e cria situações brilhantes e inigualáveis de um humor extremo; e O Pátio das Cantigas, em 1942, em que concebe alguns dos seus mais bem sucedidos trabalhos no cinema, como o monólogo com o candeeiro ou os diálogos com António Silva carregados e repletos de trocadilhos - ”Ó Evaristo, tens cá disto?”...
A representação teatral acompanhou-o durante toda a sua carreira, fazendo-o quase até ao fim da sua vida, e, cada vez que subia ao palco, oferecia ao público a alegria e a boa-disposição que lhe eram intrínsecas, demonstrando o seu carácter pícnico. Mas Vasco Santana não fez só comédias, entrou também em algumas peças dramáticas, como “Três Rapazes e Uma Rapariga”. Brilhou de igual maneira transmitindo grande humanidade às personagens. Tinha talento nato, mas também dominava as técnicas de representação e sabia como ninguém improvisar. O multifacetado actor, que também conheceu o sucesso na rádio, criou personagens como Zequinha, da série O Zequinha e a Lelé, com Irene Velez, nos anos de 1947 e 1948.
Grandes Filmes
O pai tirano
O Pai Tirano (1941) é um filme português de António Lopes Ribeiro.
“O Pai Tirano” é um filme originário de Portugal, tendo sido estreado a 19 de Setembro de 1941, em Lisboa. O filme retrata a tempestuosa paixão de um jovem amador dramático, caixeiro nos Grandes Armazéns Grandela, por uma simpática empregada da Perfumaria da Moda.
Sinopse
Tudo está a postos para representação do Grupo de Teatro do Armazém do Grandella, "os Grandelinhas", com a peça "O Pai Tirano".
Chico Mega (Ribeirinho) é um caixeiro do Grandella e um entusiasta do teatro Amador. Trabalhando com ele na sapataria do Grandella está Santana (Vasco Santana) o seu colega de Armazém, amigo e encenador d'"Os Grandelinhas".
Chico apaixona-se por uma empregada na perfumaria da Moda, loja na mesma Rua do Carmo onde está o Grandella, mas descobre que a sua amada Tatão (Leonor Maia) está a voltar a sua atenção para outro homem, Artur de Castro (Arthur Duarte). Para complicar as coisas, tem Gracinha (Graça Maria) sempre atrás dele.
Quando Chico tenta ganhar de novo o amor de Tatão, uma série de equívocos entre a sua personagem e a vida real leva a um fabuloso jogo de duplos sentidos e primorosos diálogos numa comédia inesquecível.
Realizada em 1941 por António Lopes Ribeiro, que também escreveu o argumento e os diálogos, "O Pai Tirano", é uma das mais célebres comédias populistas do cinema português
Excerto do filme
Bloopers engraçados - porky pig
Bloopers engraçados - Bugs bunny
Bloopers engraçados - flintstones
e não percam a po´rxima fo-- de post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!
-Grandes Filmes: O pai tirano
-Excerto do filme
-Bloopers engraçados:Porky Pig e Bugs Bunny
-Bloopers engraçados:Flinstones
Grandes cómicos
Vasco Santana
Nasceu, em Lisboa no dia 28 de Janeiro de 1898 e morreu, também em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1958. Foi pai de outro conhecido actor português, Henrique Santana e do produtor da RTP José Manuel Santana. Foi casado com a também actriz Mirita Casimiro.
Adorado pelo povo português, Vasco Santana será, para todo o sempre, um marco incontornável da arte da representação. Actor genial, ao nível dos maiores do mundo, marcou para sempre a comédia à portuguesa. De enorme sensibilidade, dotado de invulgares técnicas teatrais, transformou-se num mito do cinema nacional. É impossível esquecer a sua famosa dupla com Laura Alves ou as suas célebres frases, marcas do cinema potuguês e das nossas vidas.
As pegadas deste gigante da representação fazem-se sentir na rádio, no cinema e no teatro. Existem centenas de imagens e sons que se atropelam para exibir a obra deste magnifico actor e ao mesmo tempo exibir o melhor da representação em Portugal. As linhas da sua biografia não valem uma cena de um dos seus filmes. A arte sempre lhe correu pelas veias, por isso desistiu do curso de arquitectura e seguiu a paixão pela pintura, frequentando a Escola de Belas-Artes. Mas não foi a desenhar ou a pintar telas que Vasco Santana alcançou a fama e se tornou célebre. Foi na arte da representação.
Aos 19 anos, depois de repetidamente ver a peça O Beijo, de Arnaldo Leite e Carvalho Barbosa, no Teatro Avenida, Vasco Santana é convidado a substituir o actor Artur Rodrigues e, assim, faz , no ano de 1917, a sua primeira estreia teatral pública, com o papel de Palavreado. Devido ao seu inesgotável talento, a representação não podia ser outra coisa senão um êxito. Daí em diante nunca mais parou. Com as suas habituais manobras de genialidade no palco, levava ao delírio centenas de admiradores.
Vasco Santana abandona então o curso de belas-artes e dedica-se exclusivamente à carreira dramática, fazendo longas temporadas no Teatro São Luiz e viajando ao Brasil em tournées das companhias teatrais em que trabalhava.
Enalteceu a comédia onde alcançou o estatuto de estrela de cinema, protagonizando filmes como A Canção de Lisboa, de 1933, em que contracena com Beatriz Costa e António Silva; O Pai Tirano, em 1941, em que faz dupla com Ribeirinho e no qual com a sua brihante actuação protagoniza a acção e cria situações brilhantes e inigualáveis de um humor extremo; e O Pátio das Cantigas, em 1942, em que concebe alguns dos seus mais bem sucedidos trabalhos no cinema, como o monólogo com o candeeiro ou os diálogos com António Silva carregados e repletos de trocadilhos - ”Ó Evaristo, tens cá disto?”...
A representação teatral acompanhou-o durante toda a sua carreira, fazendo-o quase até ao fim da sua vida, e, cada vez que subia ao palco, oferecia ao público a alegria e a boa-disposição que lhe eram intrínsecas, demonstrando o seu carácter pícnico. Mas Vasco Santana não fez só comédias, entrou também em algumas peças dramáticas, como “Três Rapazes e Uma Rapariga”. Brilhou de igual maneira transmitindo grande humanidade às personagens. Tinha talento nato, mas também dominava as técnicas de representação e sabia como ninguém improvisar. O multifacetado actor, que também conheceu o sucesso na rádio, criou personagens como Zequinha, da série O Zequinha e a Lelé, com Irene Velez, nos anos de 1947 e 1948.
Grandes Filmes
O pai tirano
O Pai Tirano (1941) é um filme português de António Lopes Ribeiro.
“O Pai Tirano” é um filme originário de Portugal, tendo sido estreado a 19 de Setembro de 1941, em Lisboa. O filme retrata a tempestuosa paixão de um jovem amador dramático, caixeiro nos Grandes Armazéns Grandela, por uma simpática empregada da Perfumaria da Moda.
Sinopse
Tudo está a postos para representação do Grupo de Teatro do Armazém do Grandella, "os Grandelinhas", com a peça "O Pai Tirano".
Chico Mega (Ribeirinho) é um caixeiro do Grandella e um entusiasta do teatro Amador. Trabalhando com ele na sapataria do Grandella está Santana (Vasco Santana) o seu colega de Armazém, amigo e encenador d'"Os Grandelinhas".
Chico apaixona-se por uma empregada na perfumaria da Moda, loja na mesma Rua do Carmo onde está o Grandella, mas descobre que a sua amada Tatão (Leonor Maia) está a voltar a sua atenção para outro homem, Artur de Castro (Arthur Duarte). Para complicar as coisas, tem Gracinha (Graça Maria) sempre atrás dele.
Quando Chico tenta ganhar de novo o amor de Tatão, uma série de equívocos entre a sua personagem e a vida real leva a um fabuloso jogo de duplos sentidos e primorosos diálogos numa comédia inesquecível.
Realizada em 1941 por António Lopes Ribeiro, que também escreveu o argumento e os diálogos, "O Pai Tirano", é uma das mais célebres comédias populistas do cinema português
Excerto do filme
Bloopers engraçados - porky pig
Bloopers engraçados - Bugs bunny
Bloopers engraçados - flintstones
e não percam a po´rxima fo-- de post, porque NÓS TAMBÉM NÃO!
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